Nos últimos meses, enquanto a gigante Microsoft apresentava o seu novo Windows 8 com interface gestual Metro, dedicada a tablets, especialistas previam sua derrota para os populares sistemas Apple iOS e Google Android. Mas o que eles não sabiam era da existência do projeto Surface, o novo tablet da Microsoft. Seguindo a tendência natural, o Surface é híbrido, uma fusão de tablet com ultrabook, ou seja, um tablet que também roda aplicações desktop como o Office, um desejo comum aos usuários de tablets.
Não é recente a tentativa da Microsoft de desenvolver interfaces gestuais. Uma mesa touch com o mesmo nome do tablet "Surface" já vinha sendo desenvolvida anos antes do lançamento do iPad e o grande investimento em pesquisas de novas interfaces já renderam o Kinetic do Xbox.
O Surface marca a entrada da Microsoft pela porta da frente no crescente mercado de tablets mas nem tudo são rosas. O Windows vem melhorando a cada nova versão mas ainda é famoso por consumo alto de processamento e por ataques epidêmicos de virus e trojans. Falhas que seus concorrentes baseados em Unix superam com maestria e que são decisivas para o sucesso desses gadgets dedicados a um público leigo.











